Espetáculo em Guaira foi cancelado

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Atenção

A Secretaria Municipal de Educação e Cultura do Município de Guaira acaba de cancelar a realização do Espetáculo “Temporal” marcado para amanhã (16/agosto às 20h30) na Casa de Cultura ‘Professor João Augusto de Mello’, sob a alegação de problemas técnicos e organizacionais do Ecal (Encontro Cultural de Arte Livre de Guaíra).

O grupo Vocal Coro e Osso lamenta o ocorrido.espetaculoguaira1

GRUPO VOCAL CORO E OSSO PARTICIPA DO CD “NÚMERO INFINITO”

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Neste ano em que se comemora o centenário de morte de Augusto dos Anjos, Zé Henrique Martiniano lança o CD “Número Infinito”, com composições suas sobre os sonetos do poeta que foram psicografados por Chico Xavier. O CD conta com um time de 26 músicos que inclui os solistas Adriana Gennari e André de Souza, o octeto de cordas Aramis Rocha, a banda Mecânica dos Solos e o Grupo Vocal “Coro e Osso”, que canta em todas as 11 faixas do CD. Os arranjos foram feitos por Zé Henrique Martiniano, Walter Júnior, Luiz Piquera e Ronaldo Oliveira.

Augusto dos Anjos, um dos maiores poetas brasileiros, é representante do simbolismo e parnasianismo. Musicalmente, as composições de Zé Henrique têm influências da música brasileira, do jazz e da música erudita. O CD será lançado pelo Portal SER de Belo Horizonte, no CEAR – Centro de Eventos de Araraquara (Facira), dia 17 de maio, das 14h30 às 18h, durante o Seminário de Haroldo Dutra Dias, que prefaciou o CD, e estará à venda no Portal SER e em Araraquara, na Sociedade Beneficente Obreiros do Bem e na Livraria Nobel, sendo sua renda doada à instituições beneficentes.

 

divulgação - cddivulgação - cd

Coro e Osso é ‘Ponto de Cultura’

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O Grupo Vocal Coro e Osso realizou, no dia 30 de abril/2014, sua primeira atividade como “Ponto de Cultura”. A atividade – Concerto Didático – fez parte das comemorações do Jubileu de Prata da EE Guerino Vedoato, da cidade de Matão SP, e foi compartilhada com um público estimado de 300 pessoas, formado por alunos da escola, professores, pais e comunidade.

O Ponto de Cultura é uma ação do Programa Cultura Viva, do Ministério da Cultura, em parceria com os municípios, gerido pelo Consórcio Intermunicipal Culturando – CIC. Ele é a referência de uma rede horizontal de articulação, recepção e disseminação de iniciativas culturais, agregando agentes culturais que articulam e impulsionam um conjunto de ações em suas comunidades, promovendo a transversalidade da cultura e a gestão compartilhada entre poder público e a sociedade civil.

Para a realização de suas atividades, dentre elas as relacionadas ao Ponto de Cultura, o Coro e Osso conta também com o apoio do Instituto Matonense Muicipal de Ensino Superior – Immes.

 

Evento realizando na EE Guerino Vedoato  - 30 de abril
Apresentação na EE Guerino Vedoato – 30 de abril
Evento realizando na EE Guerino Vedoato  - 30 de abril
Apresentação na EE Guerino Vedoato – 30 de abril
Evento realizando na EE Guerino Vedoato  - 30 de abril
Apresentação na EE Guerino Vedoato – 30 de abril

 

‘GRUPO CORO E OSSO’ E ‘CORAL DA UFC’ ENCONTRAM-SE EM FORTALEZA

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A convite do Coral da Universidade Federal do Ceará, em dezembro/2013 o Grupo Vocal Coro e Osso  esteve em Fortaleza para um intercâmbio de experiências e vivência musicais. O grupo levou seus dois últimos espetáculos, “Assentamento Instável” e “Temporal”, e também participou do encerramento da temporada do espetáculo “Menino”, apresentado pelo Coral da UFC no Teatro Dragão do Mar, cantando duas canções com o grupo anfitrião.

“Assentamento Instável” foi apresentado em 4 sessões no Teatro Universitário. Reunindo dois grupos vocais, solista e percussão, o espetáculo é um espaço de experimentação: uma instalação onde o público – apenas 35 pessoas, desde o início alojadas no meio do espaço cênico – é convidado a participar, refletir, interagir e posicionar-se neste assentamento instável.

O espetáculo “Temporal” foi apresentado no Teatro do Centro Cultural Dragão do Mar, trazendo no repertório músicas brasileiras de vários compositores reconhecidos, como Milton Nascimento, Danilo Caymmi, Pedro Luiz, Itamar Assumpção, Chico Buarque, dentre outros. Gerson Bruno, Rodrigo Bandeli e Luiz Piquera, integrantes do grupo, também assinam composições de algumas faixas do repertório. Todos os arranjos são inéditos e foram escritos especialmente para o espetáculo. “Temporal” trata das temáticas do “tempo” e da “oralidade”, sendo resultado de pesquisa do grupo conduzida pelo regente, em busca de novas possibilidades de tratamento “coral” para a forma “canção.

Os espetáculos do Grupo Vocal Coro e Osso foram criados e dirigidos pelo maestro Luiz Piquera. O espetáculo “Menino”, do Coral da UFC, tem regência e direção dos maestros Erwin Schrader e Elvis Matos.

‘GRUPO CORO E OSSO’ E ‘CORAL DA UFC’ ENCONTRAM-SE EM FORTALEZA

Suíte Música Vogal “OUTRO – Assentamento Instável”

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Quem de mim é outro

se já não sou

de mim

o mesmo?

 

 

OUTRO – Suíte Música Vogal – “Assentamento instável” é um espetáculo que reúne  2 Coros, solista e percussão.

É um diálogo musical/vocal que tem como suporte não a palavra, mas a gênese da produção oral: a vogal.
Anterior à construção das palavras (ou sua constituinte primária), a vogal é, em si, a portadora da voz e das potencialidades comunicativas do conteúdo das intenções e emoções expressas e, como elemento primeiro da linguagem oral, constitui-se a base de todos os idiomas.
O espetáculo se estrutura sobre um roteiro que reflete sobre os diferentes fluxos migratórios – os êxodos, a que a humanidade sempre assistiu, protagonizou, e parece mesmo estar destinada a viver, seja nos grandes contingentes humanos a deixar suas terras de origem em busca de melhores condições de vida (às vezes, apenas vida), ou em movimentos menores de um ou outro a “invadir” , “chegar muito perto”, ou até mesmo “adentrar” nossas vidas particulares.
É, portanto, uma reflexão de cunho social, sobre os movimentos constantes na arrumação/ocupação dos espaços e suas conseqüentes interferências e resultantes no modo coletivo de conviver.
Mas também, ao quebrar os paradigmas dos suportes convencionais de uma narrativa cantada – não contém palavras, mas apenas vogais – cria uma atmosfera atemporal localizada num lugar não definido, remetendo assim a impressões de um caráter psicológico mais individualizado.  Os tempos e os espaços.  O exterior e o interior em cada um.
No espaço cênico desta instalação, um grupo/coro está, como sempre esteve, vivendo e cantando sua música.  Inesperadamente, um outro grupo/coro, de um outro lugar, por razões não reveladas e no entanto tão conhecidas, surge (cantando sua música) e de forma insistente, solicita, reivindica, requer a partilha daquele espaço.
A partir deste motivo inicial, o espetáculo segue desenvolvendo uma narrativa que ora apresenta resistências, ora amplia os múltiplos diálogos, que discutem (sem palavras) as possíveis razões e necessidades reais de tal situação. Na busca de um entendimento e acordo, de um ajuste entre as partes, o tempo e a ânsia por conseguir viver juntos cuidam da intersecção das culturas, da comunhão das diferenças, do aprendizado difícil da tolerância e da organização e, sem tornar nada fácil e superficial, propõem a constante reorientação dos olhares e dos gestos, buscando no passado e mirando no futuro um jeito melhor de viver num tempo agora, num espaço aqui.


Assentamento Instável

O prazer de cantar, o interesse por novas pesquisas sobre o canto coletivo, aliados às inquietações estéticas de Luiz Piquera (composição e direção musical), Alexandra Mariani (direção cênica, iluminação, cenário e figurinos) e dos cantores dos grupos Coro e Osso e Vocálice, levam, dessa vez, a obra OUTRO – Suíte Música Vogal para um novo espaço, uma nova experimentação: uma instalação onde o público  (apenas 40 pessoas, desde o início alojadas no meio do espaço cênico) é convidado a participar, refletir, interagir e posicionar-se neste assentamento instável.
A realocação da obra fora do espaço convencional do palco de um teatro, situa a questão da alteridade num espaço mais dinâmico, tal como ocorre na realidade, sem pré definição para as ocorrências da vida.  E o posicionamento do público em meio ao espaço cênico, diminui um suposto distanciamento de plateia e permite novos olhares e sensações múltiplas ao perceber que o que ocorre não está distante e nem ocorre só com o outro, mas com cada um de nós em nosso cotidiano imediato.
Também somos o outro pra alguém.

 

em Agosto

Casa da Cultura de Matão
Dias 24 e 25 – 20h